.:meu eu:.

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"Ela tem aquele gosto doce de menina romântica e aquele gosto ácido de mulher moderna". De nada mais sei...senão que existir é incompreensível e encantador. Escrever é um momento de lucidez e prece, uma forma de levar o coração para pegar sol na busca de fazer florescer o que mais nos importa.

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

o que não se morre por dentro, ainda há aqui.


Preciso tomar ar, fingir que sou normal e tenho um profundo interesse pelas pessoas e acontecimentos culturais e todas essas estonteantes possibilidades urbanas.Voltei ao homeopata, me deu os mesmos remédios, porém em doses mais fortes. Sulphur, enxofre. Ele me recomenda que fique “mais feliz”. Não ensina como, claro.
Minha relação com a senhora dona vida, de muitos anos para cá, tem sido frontal, direta e solitáriaEntão tenho que ser forte, tenho que me exercitar em autocontrole. Claro que me pergunto pra-quê? — e claro que não tenho resposta.
Talvez seja sina, essa de escrever, e então ter as respostas da vida real na vida recriada, nunca na própria vida real — como as pessoas que não criam costumam ter. E deve estar certo assim, deve haver uma ordem e um sentido nisso. 
Ando digamos que feliz, mas tão só e às vezes um pouco frágil.

Um lindo começo, meio e fim de semana desta quinta-feira.

Um comentário:

Clementine disse...

"Minha relação com a senhora dona vida, de muitos anos para cá, tem sido frontal, direta e solitária."

De fato, e sinceramente? Tenho acreditado que sendo assim estamos mais seguros. Não?