Estava permanentemente ocupada em querer e não querer ser o que eu era, não me decidia por qual de mim, toda é que não podia ser; ter nascido era cheio de erros a corrigir. Só tinha tempo de crescer. O que eu fazia para todos os lados, com uma falta de graça que mais parecia o resultado de um erro de cálculo. Na minha pressa eu crescia sem saber pra onde.
Inútil querer me classificar,eu simplesmente escapulo não deixando. Gênero não me pega mais.
Escuta:eu te deixo ser. Deixa-me ser,então.
A única verdade é que vivo.
Sinceramente, eu vivo.Quem sou?Bem, isso já é demais...=**

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