.:meu eu:.

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"Ela tem aquele gosto doce de menina romântica e aquele gosto ácido de mulher moderna". De nada mais sei...senão que existir é incompreensível e encantador. Escrever é um momento de lucidez e prece, uma forma de levar o coração para pegar sol na busca de fazer florescer o que mais nos importa.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

A arte para não morrer da verdade.


Não desejo ter a terrível limitação de quem busca sentido, isso mesmo, quero uma verdade inventada, algo que possa ultrapassar qualquer tipo de limitação, não é loucura, é sede de descobertas que ultimamente vem me possuindo.

Lá fora chove, e aqui dentro minha inquietude faz companhia, frio, músicas que me lembram uma infância doce e perfeita, bate aquela nostalgia...já não penso mais como seríamos em um tão sonhado amanhã próximo, já não busco te encontrar nas ruas, ou numa mente quase sã.
Mera ilusão que vem consumindo meus dias, minhas entrelinhas, meu sossego já não é mais o mesmo...a realidade que atormenta e aflinge se torna mais crua e fria com o passar do tempo, é que a terrível farsa da impossibilidade vem se aproximando de maneira fria e calculista, isso é fato, é crescimento...sim, a vida tem dessas coisas.

Tomo o chá, apago a luz...zZz.

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