.:meu eu:.

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"Ela tem aquele gosto doce de menina romântica e aquele gosto ácido de mulher moderna". De nada mais sei...senão que existir é incompreensível e encantador. Escrever é um momento de lucidez e prece, uma forma de levar o coração para pegar sol na busca de fazer florescer o que mais nos importa.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

surtos.

Quem me dera não ser eu, sei que somos todos num só...sou aquilo que sinto e que penso, sempre é assim, a lei do mais forte prevalece num mundo cruel onde o amor pode custar caro, muito caro.
Abrir mão de coisas, pessoas e fotos pode ser duro, querer o perigo nem sempre é a melhor saída para buscar algo precipitadamente...ao ver as andorinhas me convenço que o amor nos transmite conforto suficiente para chegarmos onde desejamos.
Ah, como eu queria acreditar nas pessoas (não é egoísmo, nem egocentrismo...é dor de alma ferida mesmooo!), nos "eu te amo", penso com meus botões: "quanta inconstância numa mente insana?!"...Quanta falta de cura para tanto vício...
É, a melancolia realmente nos alimenta e nos mantém fixos na nossa concepção quando sabemos que o tempo é o senhor de tudo, e que, algum dia, em algum lugar, olharemos para trás e percebemos quanta dispersão nos atos que não se programam.
Nas "brechas" de uma falta de tempo sem fim, o viver de hoje nos remete à uma responsabilidade de gente grande para enfretarmos as consequências.
Alma limpa e coração em paz...desamores, precipitações sempre virão assim, do nada, numa tarde calma de quarta-feira, cabendo à nós tirarmos a lição precisa para crescermos espiritualmente e mentalmente com a consciência de que talvez um amanhã distante e incerto pode nos assolar; isso nos impulsiona a vivermos ultrapassando qualquer entendimento, tornando isso tudo numa dádiva, mesmo que seja um momento ou uma verdade inventada, viver é muito excitante...

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